Avaliação cuidadosa das causas da insônia e tratamento médico individualizado, baseado em evidências — presencial em Goiânia e por telemedicina para todo o Brasil.
Segundo o Consenso Brasileiro de Insônia, o quadro é considerado crônico quando a dificuldade para dormir ocorre pelo menos 3 vezes por semana, por 3 meses ou mais, com impacto real no dia seguinte.
Demora excessiva para adormecer, mesmo estando cansado e deitado na hora habitual.
Despertares frequentes ao longo da noite, com dificuldade para voltar a dormir.
Acorda bem antes do horário planejado e não consegue retomar o sono.
Cansaço, sonolência e falta de disposição ao longo do dia, mesmo tendo ficado horas na cama.
Menor tolerância a frustrações, humor mais instável nos dias seguintes a noites mal dormidas.
Problemas de memória e atenção no trabalho ou nos estudos, atribuíveis à má qualidade do sono.
O tratamento é individualizado: não existe uma medicação única indicada para todo mundo com insônia. Ao contrário do que muita gente imagina, nem todas as opções usadas no tratamento da insônia são medicamentos controlados (“tarja preta”) — a escolha depende do perfil do paciente, das comorbidades, da causa provável da insônia e da resposta ao tratamento ao longo do acompanhamento.
Além da medicação, quando indicada, o plano de tratamento envolve ajustes de rotina com respaldo em evidência: horários regulares de sono, controle de estímulos antes de dormir, redução de cafeína e telas à noite, e prática de atividade física regular.
Quando a insônia está associada a depressão, ansiedade ou outra condição, o tratamento dessa condição de base costuma ser parte essencial da melhora do sono.
Não. Existem diferentes classes de medicação usadas no tratamento da insônia, com perfis de segurança e indicação diferentes — a escolha é sempre individualizada pelo médico, conforme o perfil de cada paciente.
Pode ajudar como ferramenta complementar, dando uma ideia do padrão de sono ao longo do tempo, mas não substitui a avaliação médica nem deve ser usado como diagnóstico isolado.
Sim. Pode estar associada a depressão, ansiedade, apneia do sono ou outras condições clínicas, que precisam ser investigadas na avaliação inicial.
Algumas classes têm potencial de tolerância e dependência com uso prolongado, por isso o acompanhamento médico e a escolha individualizada são importantes.
Varia por caso, conforme a causa identificada e a resposta ao tratamento — por isso o acompanhamento é feito com reavaliações periódicas.