Avaliação criteriosa e tratamento medicamentoso baseado em evidências para Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade em adultos — presencial em Goiânia e por telemedicina para todo o Brasil.
Muitos adultos com TDAH nunca foram diagnosticados na infância. O DSM-5-TR exige que os sintomas estejam presentes desde antes dos 12 anos, mas o diagnóstico pode — e frequentemente é — feito só na vida adulta, quando pelo menos 5 sintomas de um dos grupos abaixo estão presentes em 2 ou mais contextos da vida.
Perde o fio da meada em reuniões, leituras ou conversas, mesmo em assuntos de interesse.
Dificuldade para organizar tarefas, prazos e pertences; sensação constante de estar “atrasado” ou “perdido”.
Esquece compromissos, contas a pagar, pertences pessoais com frequência maior que o esperado.
Procrastinação recorrente em relatórios, planejamentos ou qualquer tarefa longa e pouco estimulante.
Sensação de estar sempre “ligado”, dificuldade para relaxar ou ficar parado.
Interrompe outras pessoas, tem dificuldade de esperar a vez, toma decisões precipitadas.
O TDAH é uma das condições da medicina em que o tratamento medicamentoso apresenta uma das taxas de resposta mais altas e mais bem documentadas de toda a psiquiatria. As opções de primeira linha incluem os estimulantes (como metilfenidato e lisdexanfetamina), com forte evidência de eficácia, e opções não estimulantes (como a atomoxetina) para situações específicas, conforme diretrizes clínicas atuais.
Quando bem indicado e acompanhado, o tratamento farmacológico do TDAH costuma trazer uma melhora consistente e mensurável na concentração, na organização da rotina e no desempenho profissional e acadêmico — em muitos casos, é a intervenção médica que efetivamente muda o rumo da vida da pessoa, algo que a experiência clínica confirma repetidamente.
Como o TDAH costuma coexistir com ansiedade, alterações de humor ou dificuldades de sono, o acompanhamento avalia o quadro como um todo, com ajustes de rotina e de estilo de vida somados ao tratamento medicamentoso.
Não. O TDAH costuma começar na infância, mas os sintomas frequentemente persistem — ou só são reconhecidos — na vida adulta. O diagnóstico em adultos exige apenas 5 sintomas de cada grupo, em vez de 6.
É um debate real na psiquiatria atual: ao mesmo tempo em que muitos adultos passaram décadas sem diagnóstico correto, também há hoje um risco de diagnóstico apressado, sem a investigação criteriosa que o quadro exige.
Sim — é uma das intervenções mais eficazes de toda a medicina, com resposta consistente na maioria dos pacientes bem diagnosticados e acompanhados.
Quando usado sob prescrição e acompanhamento médico adequado, o risco de dependência é baixo. O uso deve sempre ser monitorado, especialmente em pessoas com histórico de uso de substâncias.
Sim, desde que a avaliação inicial e o acompanhamento sejam bem estruturados. A telemedicina permite continuidade do tratamento mesmo à distância.