Laudos e relatórios são emitidos depois de uma avaliação psiquiátrica cuidadosa, com base no que foi observado e no histórico do paciente. Consulta presencial no Setor Oeste, em Goiânia, ou online.
O tipo de documento muda conforme a finalidade. Por isso, informe na consulta para que o laudo será usado.
Relatório para afastamento, retorno gradual ou perícia do INSS, descrevendo o quadro, o tratamento e as limitações atuais.
Documentos para adaptações acadêmicas, como tempo extra em provas, em quadros como TDAH e TEA.
Laudo para pessoas com TEA, que por lei são consideradas pessoas com deficiência, com os dados que os editais costumam exigir.
Laudo após avaliação diagnóstica em adultos, com a descrição dos critérios observados. Veja TEA e TDAH.
Relatório para reembolso ou para autorização de tratamentos pelo plano.
O laudo é consequência da avaliação, e não o contrário. Primeiro é feita a consulta, com a história completa, os sintomas, os tratamentos anteriores e, quando necessário, informações de familiares e relatórios de outros profissionais. O documento só é emitido quando há base clínica para o que vai constar nele.
Em alguns casos, como avaliações diagnósticas de TEA ou TDAH em adultos, pode ser preciso mais de uma consulta antes de concluir. Isso é explicado já no primeiro encontro.
Traga para a consulta: documento com foto, receitas e relatórios anteriores, exames que tiver e, se for o caso, o edital, a solicitação da empresa ou do INSS, ou o pedido da escola, para que o documento atenda ao que é exigido.
Os documentos podem ser emitidos com assinatura digital, válidos em todo o país.
Para INSS, concursos e empresas, a decisão final é da perícia ou da banca. O laudo informa a condição clínica com precisão.
Não é possível emitir laudo sem avaliar o paciente, nem atestar o que não foi observado. Isso protege o próprio paciente.
Quem já está em acompanhamento pode pedir relatórios de evolução a qualquer momento, para uso pessoal ou para outros profissionais.
Depende da finalidade e do quadro. Relatórios de tratamento e alguns laudos podem ser emitidos após a primeira consulta. Avaliações diagnósticas mais complexas, como TEA em adultos, podem exigir mais de um encontro.
Não. O laudo descreve o quadro e o tratamento, mas quem decide é a perícia médica do INSS. Um documento bem detalhado ajuda a perícia a entender o caso.
Sim, após avaliação diagnóstica. Pessoas com TEA são consideradas pessoas com deficiência pela Lei 12.764/2012 e podem concorrer às vagas reservadas conforme o edital.
Sim. A avaliação pode ser feita por videochamada e o documento é emitido com assinatura digital. Confira se a instituição que vai receber aceita laudo com assinatura digital.
O atendimento é particular, com nota fiscal e relatório para pedir reembolso ao plano, conforme o contrato.