Avaliação e tratamento psiquiátrico de adultos, com primeira consulta longa e plano de tratamento explicado. Presencial no Setor Oeste, em Goiânia, ou por telemedicina para todo o Brasil.
Não é preciso estar no limite para buscar ajuda. Quando o sintoma já atrapalha o trabalho, o sono ou as relações, e não passa sozinho depois de algumas semanas, é hora de avaliar. Os motivos mais comuns de consulta:
Preocupação constante, mente acelerada, tensão no corpo e a sensação de estar sempre em alerta, mesmo sem motivo claro.
Taquicardia, falta de ar, tremor e medo de morrer ou de perder o controle, com exames do coração normais.
Semanas seguidas sem vontade de nada, cansaço que o descanso não resolve e coisas que davam prazer não dão mais.
Demora para pegar no sono, acorda de madrugada, dorme mal e acorda sem ter descansado.
Exaustão, distanciamento do que faz e queda no rendimento, quadro conhecido como burnout.
Desatenção, procrastinação, esquecimentos e impulsividade que atrapalham o trabalho e a vida em casa.
Oscilações intensas, explosões que você depois lamenta, períodos de aceleração seguidos de queda.
O consumo aumentou, ficou difícil parar ou está trazendo prejuízo financeiro, familiar ou no trabalho.
Vontade de sumir, ideia de que não vale a pena continuar ou pensamentos de se machucar. Isso pede avaliação sem demora.
O atendimento cobre os principais quadros da psiquiatria do adulto, do mais comum ao mais grave. Cada condição tem uma página com os sinais e o tratamento em detalhe:
Depressão, ansiedade e síndrome do pânico, transtorno bipolar, burnout e insônia.
TDAH em adultos, TOC e TEA em adultos, incluindo diagnósticos feitos na vida adulta, que hoje são frequentes.
Transtornos psicóticos, transtornos de personalidade, dependência química e ludopatia, o vício em apostas.
Também são tratadas situações que não têm nome de doença e adoecem: luto, separação, pressão no trabalho, adoecimento de alguém da família e mudanças grandes de vida.
A primeira consulta dura uma hora ou mais porque é ali que o diagnóstico se constrói. Entram a história dos sintomas, o que já foi tentado antes, o histórico da família, as doenças clínicas, os remédios em uso, o sono, o uso de álcool e outras substâncias, o trabalho e as relações. Quando faz sentido e você autoriza, uma pessoa próxima pode participar de uma parte da consulta.
Exames de sangue e outros exames são pedidos quando há suspeita de causa clínica, como alteração da tireoide, anemia, deficiência de vitaminas ou efeito de medicamentos. Isso importa porque várias condições do corpo produzem sintomas iguais aos de ansiedade e de depressão.
Ao final, você recebe a hipótese diagnóstica explicada em linguagem clara e o plano de tratamento, com o que será feito, o que esperar e em quanto tempo. Dúvidas entre as consultas podem ser enviadas, e os retornos ajustam o plano conforme a resposta.
O tratamento é conduzido pelo psiquiatra e montado caso a caso. Não existe protocolo único: duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem precisar de caminhos diferentes, conforme a intensidade dos sintomas, as doenças clínicas e a vida de cada uma.
Quando o quadro pede medicação, a escolha considera o diagnóstico, os efeitos que se quer e os que se quer evitar, as interações com outros remédios e a sua rotina. Você sai da consulta sabendo para que serve cada medicamento, quanto tempo leva para agir e o que fazer se algo incomodar.
A psicoterapia entra no plano na maioria dos casos e funciona melhor quando caminha junto com o acompanhamento médico. Quando há indicação, isso é conversado na consulta, com orientação sobre a linha de terapia mais adequada ao seu quadro.
Regularizar o sono, revisar o uso de álcool e organizar rotina e atividade física não substituem o tratamento, mas mudam bastante o resultado. Essas orientações fazem parte das consultas.
Os retornos servem para medir a resposta, ajustar doses, tratar efeitos indesejados e decidir quando é hora de reduzir. O tratamento tem começo, meio e um plano de saída quando o quadro permite.
Não. O psiquiatra é médico e pode ser procurado diretamente, sem encaminhamento de outro profissional. Se você já faz terapia ou acompanha com clínico, essas informações ajudam e podem ser trazidas para a consulta.
São trabalhos diferentes e frequentemente complementares. O psiquiatra é o médico que avalia, diagnostica, investiga causas clínicas, prescreve medicamentos quando há indicação e conduz o plano de tratamento. O psicólogo conduz a psicoterapia. Quando há sintomas intensos, prejuízo no trabalho, sono desorganizado ou risco, começar pela avaliação médica é o caminho mais seguro.
Os antidepressivos, que são os medicamentos mais usados em psiquiatria, não causam dependência. Existe uma classe que pode causar, a dos calmantes benzodiazepínicos, e por isso ela é usada com critério, por tempo definido e com plano de retirada. Isso é explicado na consulta, com o motivo de cada escolha.
Na maioria dos casos, não. O tempo de tratamento depende do diagnóstico, de quantos episódios já houve e da resposta ao tratamento. Há quadros que exigem uso prolongado, e há muitos em que a medicação é retirada depois de um período de estabilidade, sempre de forma gradual e acompanhada.
Dura uma hora ou mais, porque é nela que se constrói a história completa: os sintomas, quando começaram, o que já foi tentado, as doenças clínicas, os remédios em uso, o sono, o trabalho e a vida em família. Ao final você sai com uma hipótese diagnóstica explicada e um plano de tratamento.
Para a maior parte dos quadros de adulto, sim. A consulta segue as mesmas etapas, a receita é digital e válida em todo o Brasil e o acompanhamento é o mesmo. Algumas situações pedem avaliação presencial, e isso é dito com clareza quando for o caso.
Sim. O sigilo médico é obrigação legal e ética, e vale inclusive em relação à família. As exceções são situações de risco à vida, previstas no Código de Ética Médica, e mesmo nelas o que for necessário compartilhar é conversado antes com você.
Varia com o quadro. Em ansiedade e depressão, as primeiras mudanças costumam aparecer entre a segunda e a quarta semana de tratamento, com melhora mais consistente ao longo de alguns meses. Sono e apetite geralmente melhoram antes do humor. Os retornos servem para acompanhar isso e ajustar o que for preciso.
O atendimento é particular, sem convênio. A maior parte dos planos de saúde reembolsa uma parte do valor da consulta com psiquiatra, e a clínica prepara toda a documentação para esse pedido: nota fiscal, recibo com CPF, CRM e o código do procedimento e, quando o plano pede, relatório médico com o CID. Com esses documentos, o pedido é feito direto no aplicativo ou no site do plano. Quanto volta depende do contrato de cada um, e essa informação quem dá é a operadora.