A obesidade é uma doença crônica e complexa, e a relação com a saúde mental caminha nos dois sentidos: depressão, ansiedade, compulsão e sono ruim dificultam o tratamento, e o estigma e as tentativas frustradas de emagrecer aumentam o sofrimento. Cuidar da mente faz parte de tratar o peso.
A avaliação olha para o que está por trás da dificuldade, sem julgamento.
Identificar e tratar os episódios, que costumam atrapalhar qualquer plano alimentar.
Quadros comuns, que reduzem energia, motivação e sono.
Insônia e sono ruim mexem com fome e saciedade.
Alguns psicofármacos podem aumentar o peso. Muitas vezes há alternativas a discutir.
Impulsividade e desorganização podem dificultar a rotina alimentar.
Avaliação para remédios como os análogos de GLP-1 e preparo para a cirurgia bariátrica.
Na consulta, entendo sua história com o peso, as tentativas anteriores, o sono, o humor, os remédios em uso e a relação com a comida. O objetivo é montar um plano realista junto com endocrinologista, nutricionista e psicólogo, quando houver.
Quando indicado, prescrevo e acompanho os análogos de GLP-1, observando humor, alimentação, efeitos colaterais e a presença de compulsão ou bulimia.
Também faço a avaliação psiquiátrica para cirurgia bariátrica, presencial ou online.
Não pare por conta própria. Converse com seu médico: muitas vezes há alternativas ou ajustes possíveis.
Nem sempre. Vale procurar quando há compulsão, depressão, ansiedade, muitas tentativas frustradas ou sofrimento com o corpo.
Não. O ideal é o cuidado em conjunto, cada profissional na sua parte.
A relação vai nos dois sentidos: depressão, ansiedade e compulsão dificultam o tratamento, e o estigma e a própria obesidade podem aumentar o sofrimento emocional.
Alguns podem. Isso deve ser discutido com o médico, sem interromper o tratamento por conta própria.
Sim, qualquer médico pode prescrever quando há indicação, após avaliação e com acompanhamento.
Sim. O Dr. Fernando realiza essa avaliação, presencial ou online.
Sim, para todo o Brasil e brasileiros no exterior.